Baba de Moça

13/05/2009

Do começo ao fim

Filed under: Uncategorized — Larissa Braga @ 02:43
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Sabe quando dá orgulho de um trailer? Foi isso que eu senti quando vi esse pela primeira vez. Amor incondicional, acima de todas as coisas, não importa se entre dois irmãos, muito menos se entre dois homens. Aliás: quem aqui pode falar sobre incesto com conhecimento de causa, por favor, levante o braço e discorra sobre. Desde quando a gente é capaz de entender essa situação?

Li umas críticas insistindo no “exagero” de colocarem crianças no filme. Pô, se eles não se amassem desde crianças, o roteiro não teria esse sentido lindo! E outra: pelo o que insinuam no trailer, acho que os meninos não sabem direito o que está acontecendo com eles na infância. Só sabem que se amam, e muito. 

Taí um filme que vai dar pano pra manga. E que foge da linha favela-rio-sertão-xuxa-e-os-duendes do cinema brasileiro. Espero que cumpra o que promete.

Sobre o post da TPM, acho que eu sou completamente maluca. Fico arisca e insuportável, não quero ninguém de mimimi me fazendo carinho e sendo fofo. Só que se ele não é fofo, eu fico louca e choro de carência. Mas ai dele se for. Risos. Pobre namorado.

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3 Comentários »

  1. Enfim um filme brasileiro que não berra “olha, sou um país pobre, violento com mulheres gostosas!”, com um roteiro que parece bom e que de fato da vontade de assistir. A única duvida e quando que estréia.

    Comentário por Gabriel Cunha — 13/05/2009 @ 16:11 | Responder

  2. Por falar nesse filme, saiu uma matéria ótima sobre ele no “O Globo”. Uma entrevista com o diretor do filme. Segue o link:

    http://oglobo.globo.com/cultura/mat/2009/05/12/do-comeco-ao-fim-de-aluizio-abranches-causa-polemica-antes-mesmo-da-estreia-755826138.asp

    Comentário por Flávio — 13/05/2009 @ 23:05 | Responder

  3. Maravilha esse vídeo, faço minhas as palavra que o acompanham. Aqui fora então é que sentimos na pele o quão o Brasil, bem como o povo brasileiro é conceituado por meia dúzia de estereótipos. Uma lástima muito comum devido à generalizações provenientes da ignorância sobre a diversidade cultural existente num país cujas dimensões são inimagináveis pela maioria dos países europeus do 1º mundo.

    Comentário por Ilé Pacheco — 17/06/2009 @ 07:15 | Responder


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