Baba de Moça

05/08/2009

Da série: eu só queria entender

Filed under: Uncategorized — Larissa Braga @ 19:28
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Já não é de hoje que as pessoas criticam Hollywood por sua falta de originalidade. Roteiros pré-fabricados e finais previsíveis são comuns em muitos dos filmes norte-americanos. E isso acontece em quase todos os gêneros de filme.

Na comédia romântica, o mocinho e a mocinha se conhecem, se apaixonam, e não podem ficar juntos por alguma razão (que desaparece nos dez últimos minutos, quando ele consegue chegar ao aeroporto antes da mocinha embarcar).

As comédias são tão abobalhadas que dá até um pouco de tristeza. A não ser que você goste do tipo de humor american-pie-todo-mundo-em-pânico-espartalhões sempre.

Uma coisa que faz pouco sentido pra mim é a mania dos filmes de terror americanos serem extremamente repetitivos. Porque assim, me perdoem, mas filme de terror tem que surpreender pra assustar, né. Então não adianta matar todo mundo menos a mocinha principal, porque todo mundo sabe que isso vai acontecer. E a ordem das mortes é mega previsível.

TO COM MEDA!

TO COM MEDA!

Aí aparecem os filmes de terror espanhóis e HUMILHAM os norte-americanos. É um tal de menininha fofa em um mundo fantasioso (?) macabro, como no Labirinto do Fauno, de menino bochechudo e real com amigos imaginários assassinos, como em O Orfanato… Filmes com substância o suficiente pra deixar qualquer um pensando por semanas. Isso sem entrar em questões técnicas, porque eles também humilham nesses quesitos.

E tem os terrores tão reais que quase matam a gente de susto, como REC, vencedor de uma porrada de prêmios em festivais ao redor do mundo, superinovador.

REC

REC

Um ano depois, Hollywood resolve fazer remake desses filmes. Como assim, minha gente? Esses filmes espanhóis chegaram aos cinemas ao redor do mundo e fizeram muito, mais muito sucesso. Não bastasse repetir os próprios roteiros, agora eles repetem os roteiros geniais dos espanhóis. Juro que eu não entendo.

REC virou Quarantena menos de um ano depois de seu lançamento, e é uma cópia do filme original, do roteiro aos planos. Só falta a espontaneidade. Vi no Matinê (outro blog da Clara) que agora vão fazer remake de O Orfanato, também sem propósito, porque o filme é novo e teve muita visibilidade.

Quero só ver se vão aparecer com idéias tortas sobre refilmar O Labirinto do Fauno. Até um próximo post, eu tô indo ali repintar um quadro do Picasso,  falar que é a versão brasileira dele e ganhar dinheiro em cima disso, beijo!

BU!

14/07/2009

Da série “Mordi a Língua”

Filed under: Uncategorized — Larissa Braga @ 13:54
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Já faz um tempo que eu conheço a Lily Allen. O primeiro CD dela teve “Smile” como primeiro single, e tocou até dizer chega. A minha impressão é que ela era só mais uma dessas cantoras pop que não passam do primeiro CD. Isso porque eu nem vi as outras músicas de trabalho dela passarem e… enfim. Mordi a língua. A cantora ganhou até Grammy por esse álbum.

O segundo CD da Lily Allen é espetacular. Eu nem sabia, mas acabei descobrindo que ela não só canta, mas também compõe. (E isso explica a rixa que a Lily tem com a com a Katy Perry. De acordo com ela, a Katy não passa de uma Lily americanizada que não escreve as próprias músicas).

Pois bem, misturando ritmos como country, jazz e eletro, Lily Allen aterrissou em um divertido e viciante indie pop, daqueles que você se pega cantarolando ao longo do dia depois de ouvir uma vez. Os singles foram muito bem escolhidos, a começar por “The Fear”, uma crítica ao superficial mundo da fama. Depois veio “Not Fair”, com uma pegada um pouquinho mais country, a declaração indignada de uma mulher que acha injusto o namorado dela ser ruim de cama. O terceiro single foi “Fuck You”, crítica não declarada ao George W. Bush e a todos os homofóbicos que ainda existem por aí. Agora ela acabou de lançar o clipe de “22″, que explicita o fato de moças muito bonitas, por serem mimadas demais ao longo dos anos, chegarem aos 30 sem ter feito nada na vida.

Espero sinceramente que o próximo single seja “Chinese”, outra ótima faixa do álbum. Fica a dica: vale a pena ouvir essa nova fase da Lily Allen.

The Fear – “Everything’s cool as long as I’m getting thinner”

Not Fair – “When we go up to bed, you’re just no good, it’s such a shame”

Fuck You – “You’re point of view is medieval” (essa é a versão do GayClic collab against homophobia)

22 - “When she was 22 the future looked bright…”

25/05/2009

Insulto do dia: Cheira o saco do Chewbacca!

Filed under: Uncategorized — Larissa Braga @ 22:18
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E para todos que lêem esse blog, estão no Twitter, acabaram de dar f5 no Orkut, participam ativamente de uma comunidade, têm alguma coisa da Apple, passam mais de 5h diárias na frente do computador, só gabaritavam as provas do colégio, já leram Harry Potter mais de uma vez, gostam de Star Trek, sabem que hoje é o Dia da Toalha, corrigem as pessoas em relação a Star Wars, assistem Os Simpsons, South Park, American Dad, Family Guy, Futurama, adoram se programar, se divertem com gadgets, entendem código binário, jogam jogos multiplayer, Guitar Hero, Rockband, Age of Empires, Gunbound, Mario, têm um Wii ou um Playstation ou um Xbox, admiram o Bill Gates, não vivem sem o Google, não usam o IE, cumprimentam as pessoas como o Spock, meus sinceros parabéns! FELIZ DIA DO ORGULHO NERD! 

É, galera, o Twitter tá bombando com o orgulho nerd hoje. Vocês pensaram que esse dia nunca ia chegar, né? Bom, deixo uma homenagem aos nerds e suas nerdices. Parabéns pra gente (até porque ter um blog e atualizá-lo todo dia não é das coisas menos nerds, né?)!

 

Risos.

Risos.

23/05/2009

Blábláblá

Filed under: Uncategorized — Larissa Braga @ 16:44

Vocês viram que aquela parceria do Mc Donald’s com a Coca Cola voltou? Sim, mais cinco modelos de copos coloridos! Pra ganhar o seu, é só comprar uma promoção média e um Mc Flurry. Sabe o que é legal? Parece que eles acabaram de lançar um Mc Flurry de Ovomaltine. Assim é fácil me convencer a comprar um além da comida, sério. Ah, o meu da época da Olimpíada quebrou. Espero que dessa vez eu consiga um roxo! (:

 

Só eu que sou apaixonada por esses copos?

Só eu que sou apaixonada por esses copos?

E a gafe da Suzana Vieira no Video Show? Aquela mulher tá pra ganhar um troféu de inconveniência. Não bastasse implorar pra aparecer na Turma do Didi, ela ainda foi escrotíssima com a Geovanna Tominaga, a japinha que costumava apresentar a TV Globinho. “Não tenho paciência pra uma pessoa que tá começando”, disse a dona Suzana-rainha-da-cocada-preta. Se alguém quiser assistir, só clicar aqui

Ontem eu fiz um bolo de arco-íris, gente, e deu supercerto! Só não sobrou bolo pra tirar foto, tamanha a fome da galera que veio aqui. Tão colorido! Digno de comentários que foram de “Que gostoso” a “Isso é comestível?”, né, Thaís?

21/05/2009

Cuidado com a cuca que a cuca te pega

Filed under: Uncategorized — Larissa Braga @ 21:04

Sabe quando a pessoa tá encalhada e diz que não tá pegando nem gripe? Pois eu tenho uma teoria: ninguém pega gripe, é a gripe que pega as pessoas. Você tá lá, na sua, sentada numa poltrona lendo o livro pro seminário (sim, gente, terminei de ler e já apresentei!) quando, de repente, alguém te dá uma martelada na cabeça. Aí a sua cabeça dói e a dor reverbera no corpo todo. A garganta começa a chiar e você tosse pedaços de pulmão em cima do laptop, da comida, das pessoas. Uó. Como se não bastasse, eu espirro feito uma condenada por causa da minha rinite alérgica. E a minha cólica menstrual tá com hora marcada pra aparecer, tô só esperando. Sério, gripe é uma infelicidade e eu gostaria te ter sido poupada dessa vez.

Isso que dá morar sozinha e comer mal, HAHAH, só o tempo mudar que a gripe me pega. Ridículo. 

E apresentar seminário com a cabeça latejando? Pura poesia, gente. Agora licença que eu vou filar uma bóia na casa da Clara e fazer um rancho na farmácia. 

 

PS: Só espero que não seja a suína.

 

ÓINC!

ÓINC!

19/05/2009

Romântica, eu?

Filed under: Uncategorized — Larissa Braga @ 21:46
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Por alguma razão que nem Deus explica, hoje eu acordei meio romântica. Mas só meio, não confundam as coisas. Aí, perambulando pelos blogs que leio enquanto deveria estar lendo o livro para o meu seminário de quinta-feira, encontrei um trailer muito fofo. Até porque, apesar do meu coração de pedra, eu gosto de filmes de falam de amor, especialmente os que inovam um pouco na trama. Esse aqui se chama “500 Days of Summer” e conta a história de um cara que se apaixona pela Summer, uma menina que não acredita em amor. 

Mas o mais legal de tudo é que essa Summer é protagonizada pela Zooey Deschanel, a fofíssima de “Quase Famosos” e “Sim Senhor” (o último do Jim Carrey). Ela também é a vocalista de uma banda chamada “She & Him”, que é muito bonitinha, outro dia falo mais aqui no blog. Acho que tá pra nascer protagonista mais carismática que a Zooey, juro. Já tô adorando, HAHAHA, até porque ela vai fazer um papel coração de pedra, que nem eu! (:

 

Eu comentei que a Zooey é a lata da Katy Perry?

Eu comentei que a Zooey é a lata da Katy Perry?

Taí o trailer:

 

17/05/2009

Pré-pago from hell

Filed under: Uncategorized — Larissa Braga @ 19:16
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Há dois meses eu mudei para o plano TIM + 25, uma das opções mais sagazes para que tem pré-pago. A parada funciona da seguinte maneira: se você gastar 25 reais em um mês, a TIM te dá 25 reais de bônus. No primeiro mês, não passei nem perto de gastar 25 reais. Em Abril, resolvi que carregaria o celular com os malditos vinte e cinco para garantir que eles fossem usados. Os créditos não acabavam nunca e eu tinha certeza que já tinha passado mais de um mês com eles. 

Pois bem, hoje os créditos acabaram. Entrei no site do banco para colocar mais e resolvi dar uma espiada no meu extrato, pra saber quanto que os 25 reais tinham durado, se eu tinha passado muito longe de ganhar o bônus. Eu havia colocado créditos no dia 16/04. Sabe que dia é hoje, galera? 17/05. Isso significa que se esses malditos vinte e cinco reais tivessem acabado ONTEM, hoje eu teria meu bônus. 

Tô na TPM e quero meu bônus, TIM maldita.

Alguém conhece algum plano pré-pago menos odioso?

16/05/2009

O musical do ano

Filed under: Uncategorized — Larissa Braga @ 16:04
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Devo admitir que sou apaixonada por musicais. Sempre que assisto a um, baixo a trilha sonora e ouço milhares de vezes até decorar todas as letras e poder me sentir a própria atriz da Broadway. Não custa sonhar, né. Há uns anos, me apaixonei por “Chicago”, do Rob Marshall. Não só é um ótimo musical, como se tornou um filmaço, ganhou Oscar e tudo mais. Cheguei a assisti-lo em NY, foi lindo, eu sabia cantar as músicas todas! Ano passado o hit no mundo dos musicais foi “Mamma Mia!”, brega de tudo, tosco até a morte, mas com cenas impagáveis. Em que outro filme podemos ver Meryl Streep cantando e dançando Dancing Queen? 

A promessa do ano nesse quesito é “Nine”, também dirigido por Rob Marshall. Rob, espero que você tenha noção de que, depois de “Chicago”, o mundo espera muito do seu próximo musical. Pra vocês terem idéia, o elenco conta com Daniel Day-Lewis, Judi Dench, Marion Cotillard, Penélope Cruz, Nicole Kidman, Kate Hudson e Sophia Loren. É muita gente boa pra dar errado, portanto as minhas espectativas estão lá em cima.

15/05/2009

Ventura

Filed under: Uncategorized — Larissa Braga @ 20:21
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Que tem gente que nasce com o bumbum virado pra lua, é fato. Essas são as pessoas que conseguem tudo na vida em decorrência das mais variadas coincidências, que nem em roteiro de filme ruim, sabe? Daqueles que o mocinho, por acaso, vai jogar golfe e encontra lá uma mocinha linda. Na primeira tacada, a bola pára em cima de uma árvore. Nosso herói sortudo sobe para pegá-la e encontra um bilhete de loteria premiado. “Isso não acontece na vida real”, você pode argumentar. É, não para os meros mortais, mas existem pessoas que realmente ganham na megasena, né?

Aí tem os normais. Esses ganham umas vezes, perdem outras, divertido até. A vida é uma caixinha de surpresas. E por que é divertido? Bom, porque essas pessoas ganham de quando em vez.

Agora, sabe aquele seu amigo pessimista? Que tem certeza que tudo vai dar errado com ele? Que anda olhando freneticamente pra cima e pra baixo só pra garantir que não vai tropeçar – nem que uma bigorna vá cair em cima dele? Exagero? Pois então, nem sempre. Essas pessoas são traídas pelo destino até em assuntos que envolvem mérito, é impressionante. Elas não ganham nem em bingo de família – a não ser que o prêmio seja um pinto de borracha, só pra sacanear. Quando eu tava na escolinha, minha professora sorteou 29 livrinhos na sala. Se bem me lembro, essa classe não tinha 30 ou 31 alunos. Óbvio que eu não ganhei nada – eu e algum outro azarado. Ah, tem também a triste história da tia ou prima ou sei lá o que do Braitner. A pobre mulher foi atingida por um raio DUAS vezes. Em uma delas, perdeu metade do cabelo. Parece que só foi morrer quando foi atropelada por uma bicicleta, a coitada.

Amo-or, olha só o que eu fiz!

Amo-or, olha só o que eu fiz!

A gente entende logo que não adianta comprar rifa, jogar na megasena ou ir ao bingo com a vovó. Pois bem: lá na faculdade, tão rifando duas Absolut, uma Tequila e um Narguilé. São quatro prêmios diferentes e quatro ganhadores. Estou aqui para dizer que comprei uma por caridade. Quando o sorteio acontecer, volto para contar que eu não ganhei. E comprovar (mais uma vez) tudo o que eu disse.

14/05/2009

TPM [2]

Filed under: Uncategorized — Larissa Braga @ 07:22

De repente, TCHAM!, chegou o fatídico período do mês. “Mas jáá? Não foi na semana passada?”, reclama o namorado. A existência da TPM é uma questão muito discutida ultimamente nas mesas redondas masculinas. Será que existe mesmo ou é só desculpa de mulher para poder se irritar à vontade durante uma semana? Óbvio que nós sofremos bruscas alterações hormonais, mas quanto essas influem nas oscilações da personalidade feminina?

Em primeiro lugar, eu gostaria de enfatizar meu ódio às malditas mulheres que clamam aos quatro ventos que não têm TPM. Queridas, meus sinceros parabéns. Espero que vocês ou ardam no mármore do inferno ou se mudem para um iglu no meio da Groelândia. Ah, pelo amor de Deus! Como se não bastasse ter a veracidade do nosso sofrimento questionada, ainda temos que agüentar essas traíras jogando no time masculino?

Sortudas à parte, divido em três os tipos de mulher na TPM:

Tem a mulher sensível, que vai chorar assistindo à reprise de A Lagoa Azul na sessão da tarde agarrada no seu braço. E é bom que você entenda e chore junto. Caso não, será tachado sem dó nem piedade como um famoso espécime “grosso-sem-coração”. Esse é o tipo de mulher que engordará 2kg por TPM de tanto se entupir de chocolate (que você, se achando esperto, deu pra ela na esperança de melhorar a sua situação). Essas gostam de ursos de pelúcia em tamanho família, filmes hiperglicosados e bombons piegas em formato de coração.

Outro tipo é a mulher blasé. Nesse período, ela não vai querer saber de olhar na sua cara durante o Jornal Nacional e responderá feliz ao “boa noite” do charmoso William Bonner. Nem adianta argumentar que o cara é casado, tem três filhos e que nunca, nunca vai dar bola pra ela. A mulher blasé não se importa. É, dos três tipos, a que menos ingere chocolate durante essa semana. Prepare-se para ser veementemente ignorado por sete dias. Caso ela apareça pelada na sua cama, tenha certeza: você é um mero objeto sexual. Elas gostam de vibradores, Willians Bonners e estão de regime para conquistá-lo (o Bonner, não você, paspalhão).

O último e mais perigoso tipo de mulher é a arisca. Como a jaula usada para esse tipo de mulher foi proibida na Idade Média, é difícil escapar de suas garras afiadas. Ela não se importará nem em te xingar, por instinto, de todos os nomes feios que conhece, muito menos de pisar de salto agulha no seu pobre coraçãozinho de macho apaixonado. A mulher arisca simplesmente te ODEIA. Abrir ou fechar a boca, não faz diferença – você estará errado em toda e qualquer situação. Se você escolher um filme para assistirem juntos, é um machista que está sufocando sua liberdade. Se deixar que ela escolha, é um pamonha sem opinião que “não serve nem pra escolher um filme!”. Não tem pra onde correr. Se por algum acaso essa aparecer na sua cama, pode verificar: você provavelmente estará amarrado à cabeceira. Elas não gostam de absolutamente nada – acham os ursos patéticos (“Eu tenho rinite, seu insensível!”), os filmes, utópicos (“É, você é exatamente o oposto do galã!”), o chocolate, gorduroso (“Está me chamando de balofa, é isso!?”); e até o pobre Bonner merece o ódio dela apenas por ser da mesma espécie que você.  

Não há escapatória, caríssimo. Se você tem uma mulher com TPM, ela se encaixará em um desses tipos: ou pior, pode ser uma mutação digna de filme que misture dois ou mais tipos de mulher em uma só. Caso seja essa a sua situação, só posso lhe sugerir uma coisa: corra, meu amigo, com o rabo entre as pernas, abanando os braços e pra bem longe. Volte somente na semana que vem.

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